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05 de abril de 2011, às 23h23min
Realizada
Fortaleza - CE

COBRANÇA INDEVIDA DO BANCO SANTANDER

O fato ruim é que contratei um empréstimo consignado com o BANCO SANTANDER, no valor de R$ 31.996,68, inicialmente em 48 parcelas, tendo posteriormente o banco ré alterado o contrato para 46 parcelas sem efetuar a baixa de duas parcelas. E sobre essas duas parcelas estão sendo capitalizados juros sobre juros e mora diária, a revelia do CONSUMIDOR, pois se quer o mesmo foi informado, conforme disse o próprio funcionário do banco: “é, realmente, faço o controle diário e não sei porquê não entramos em contato para avisar da alteração”. Ocorre que foram pagas 12 parcelas e o saldo devedor do contrato ainda é de R$ 34.999,09. Já foram 12 parcelas, totalizando R$ 12.000,00 e segundo o banco, ainda deve R$ 34.999,09, ou seja, o valor inicial ao invés de diminuir foi aumentado, conforme saldo devedor constante do anexo “C”. Em 23/10/2010 o banco informou um saldo de R$ 25.529,53, sendo esse o valor do débito do autor para com o banco réu e não R$ 34.999,09. Na verdade estão sendo adicionados juros sobre juros e mora diária em relação ao o valor de R$ 2.000,00, em relação as parcelas suprimidas pelo banco réu, totalizando R$ 9.469,58 de juros e moras adicionais. Na inteligência do acima arrolado o valor para quitação é de R$ 25.529,53 e não de R$ 34.999,09, uma vez que o banco de forma simulada e unilateral alterou o contrato para 46 parcelas. Realizei os contatos de praxe pelo telefone nº 08007072399 – sendo informado que o problema era que o banco não efetuou a baixa das duas parcelas, quando fez o reajustamento dos valores, desta forma o valor que vem sendo pago mensalmente não vem compensando os juros e moras que estão sendo adicionados diariamente. No momento da contratação do empréstimo o atendimento é impressionante, assim como, as promessas de um relacionamento diferenciado. Porém, excelência, na pós-contratação tratam o consumidor com falta de respeito e descaso. Na verdade o descumprimento de cláusula contratual pelO banco trouxe-me grandes prejuízos e transtornos emocionais, morais e materiais, pois fiquei na confiança e na expectativa da quitação do citado empréstimo, uma vez que minha margem consignável está bloqueada pelo banco réu e não é justo, pois já paguei R$ 18.000,00, pela dívida de R$ 31.996,68 e o banco réu ainda informa um saldo devedor de R$ 34.999,09. O consumidor, cumpriu com suas obrigações contratuais com o BANCO SANTANDER, pois o pagamento do débito vem sendo efetuado mês a mês em folha de pagamento. Dessa forma, o autor vem cumprido com sua parte no pacto, e o não cumprimento do contrato por parte da requerida, imputa-lhe enriquecimento sem causa, e o banco réu abusou do seu poder econômico, quando não prestou um serviço que era de direito do autor e previsto na oferta de empréstimo que é a liquidação antecipada das parcelas com os descontos proporcionais ao tempo decorrido e das parcelas liquidadas e não capitalizando juros sobre juros e mora diária. No caso em tablado já foram liquidas 18 parcelas, totalizando R$ 18.000,00, e o saldo devedor ao invés de diminuir, ainda está é acrescido de R$ 10.002,40, ou seja, o valor da dívida ao invés de esta diminuindo, ou melhor amortecendo, como seria o esperado fez foi aumentar no valor supra. Não resta dúvida que o autor está sendo esmagado economicamente e colocado em real e injustificada desvantagem. Solicito o cancelamento da cobrança das duas parcelas e atualização do saldo devedor para quitação do contrato.
Resposta da Empresa:
24 de novembro de 2014, às 14h01min
A empresa em questão ainda não se pronunciou sobre esta denúncia.

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