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06 de fevereiro de 2016, às 16h09min
Realizada
São Luís - MA

Descumprimento de medida judicial/violação de direitos de portador de autismo

Meu nome é Alcione Costa, socióloga, sou mãe de um menino de 5 anos, autista que se alimenta como um bebê de 5 meses. Essa condição é resultado da combinação de desintegração sensorial e alergia severa, refluxo e gastrite. Existe risco de que a falta de terapia especifica e especializada o leve a uma condição irreversível. Por causa dos custos que envolvem esse tratamento e pela ausência de credenciados do Bradesco para conduzir tal intervenção no horário do almoço, entrei com processo na Justiça, o qual foi julgado procedente e no dia 15 de dezembro a justiça determinou que o Bradesco custeasse integralmente o tratamento. Desta data até hoje, a medida judicial não foi cumprida. Enquanto isso o estado de saúde da minha criança vem piorano. Assim, gostaria de manifestar minha repulsa e meu asco, à postura vil com que o Bradesco Saúde vem tratando meu filho, que é representativo do universo de dificuldades, que lidamos diariamente; pois todas as famílias que possuem um membro portador de TEA conhece a dor e o sofrimento de viver fazendo contas e sacrifícios pessoais para pagar médicos e terapias gerar possibilidade de inclusão digna de nossos filhos na que não cobertas pelos convênios de saúde ou que são oferecidos de forma precária e por profissionais sem a devida especialização para atendimento de portadores de TEA. Trata-se de uma relação de vilania, em que esses prestadores de serviço se servem da lentidão da justiça e dos artifícios processuais para negar atendimento. Muitos pais seja pelo desgaste emocional que envolvem tal processo, desistem da luta; seja pela falta de instrução desistem. Entretanto, devido minha formação e minha estrutura emocional, não vejo a desistência como possibilidade e acredito no bom combate, por isso, solicito a divulgação e o compartilhamento desta carta de repúdio público, para que outras famílias não passem pelo mesmo problemas e que este caso não siga como se fosse uma questão particular, mas que seja visto como uma dimensão coletiva de luta e enfrentamentos que precisamos construir, uma vez que abertura de jurisprudência nos fortalece no nosso propósito de criar uma sociedade que trate com a dignidade já prevista em leis, que o osso filhos merecem. E que tal práticas abusivas e vis das prestadores de serviço de saúde sejam repudiadas e recebam o escárnio público que merecem.
Resposta da Empresa:
26 de março de 2019, às 20h31min
A empresa em questão ainda não se pronunciou sobre esta denúncia.

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