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05 de março de 2015, às 19h44min
Realizada
Recife - PE

HAPVIDA SAÚDE, SINÔNIMO DE ABORRECIMENTO. SE VOCÊ NÃO MORRER PELO MAU ATENDIMENTO, FATALMENTE MORRERÁ DE RAÍVA.

Em 14/08/2008 (aproximadamente 07 anos) firmei contrato de adesão ao plano de assistência médica junto à empresa HAPVIDA ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA., tendo optado pelo plano (AMB+HOSP+ODONTO), que mantenho até os dias de hoje, sempre pagando de forma assídua às prestações inerentes à manutenção do contrato celebrado. Em novembro de 2013, após a realização de vários exames de imagem, por solicitação do médico do HAPVIDA, Dr. JOSÉ VENÂNCIO DE OLIVEIRA JÚNIOR (CRM: 16.684-PE), especialista na área de Traumato-ortopedia, fui diagnosticado com coxartrose de quadril (bilateral), tendo sido indicada pelo referido profissional a realização de uma artroplastia total do quadril (bilateral), iniciando-se pelo lado esquerdo. Motivo pelo qual, foi preenchida a guia de solicitação de internação nº 1174073, datada de 12/11/2013, com a indicação do procedimento a ser realizado e do material a ser utilizado na cirurgia. Na ocasião, perguntei ao Dr. Venâncio se a prótese a ser utilizada no procedimento seria ?importada?, posto que, já havia me informado a respeito e tinha conhecimento de que o produto ?nacional? não apresenta a mesma qualidade e durabilidade do produto importado, e que no meu caso (paciente com vida ativa e 50 anos de idade), a utilização de produto nacional implicaria na realização de múltiplos procedimentos de revisão ao longo da minha vida, com riscos diversos a minha saúde, em razão das complicações inerentes a esse procedimento. Em resposta, o médico informou que não faria a solicitação de produto ?importado?, posto que o HAPVIDA não autoriza. E disse mais: ?SE EU ESTIVESSE ATENDENDO POR UM PLANO DE SAÚDE MELHOR, EU FARIA A INDICAÇÃO DO PRODUTO IMPORTADO, POR TER QUALIDADE SUPERIOR, MAS NO CASO DO HAPVIDA, EU SOU ORIENTADO A NÃO FAZER A INDICAÇÃO DESSE TIPO DE PRODUTO (IMPORTADO), POIS ELES NÃO AUTORIZAM, EM RAZÃO DO CUSTO SER MAIOR DO QUE O PRODUTO NACIONAL?. Ainda no mês de novembro de 2013, encaminhei a guia de solicitação de internação à unidade central de atendimento HAPVIDA, para análise e autorização.
Cumpre salientar que somente em 31/01/2014 é que tive a resposta do HAPVIDA (Protocolo SAC: 3653675) quanto à autorização (senha: 3660726) do procedimento e do material a ser ser utilizado (Nacional ou importada). Sem a indicação, sequer, do tipo de superfície a ser utilizada na prótese (metal x polietileno ? metal x metal ? cerâmica x polietileno - cerâmica x cerâmica, etc.). Em razão da indefinição acima apontada, providenciei, às minhas expensas, um laudo médico junto ao Dr. JAIRO DE ANDRADE LIMA (CRM: 4209-PE), médico do Hospital de Ortopedia do Recife, especialista na área de cirurgia ortopédica, onde aquele profissional indicou a utilização de prótese importada, cimentada, de superfície cerâmica-polietileno, a ser utilizada na minha cirurgia, por conta das minhas características e da inexistência de produto nacional com a mesma qualidade e durabilidade. Desta forma, em 21/05/2014, encaminhei à unidade central de atendimento HAPVIDA em Recife, toda documentação para análise e autorização, desta vez, acompanhada do laudo médico emitido pelo Dr. JAIRO DE ANDRADE, com indicação de prótese importada a ser utilizada em minha cirurgia. Em 11/06/2014, recebi telefonema do SAC do HAPVIDA, onde uma consultora me informou que o procedimento havia sido liberado e que o material a ser utilizado também já estava liberado. Tendo informado que o plano só havia liberado a prótese nacional, negando-se a especificar, mais uma vez, a marca e o tipo de superfície da prótese a ser utilizada. Negando-se, inclusive, a fornecer essas informações por escrito, posto que, segundo informou, tinha orientação do jurídico do HAPVIDA para não fornecer documentos para os clientes.
Diante da negativa de cobertura e da negativa de argumentos que justificassem a ausência de cobertura, não tive outra alternativa, senão ingressar com demanda judicial perante a 18ª Vara Cível do Recife, tendo conseguido perante aquele juízo uma liminar determinando que o plano realizasse a cirurgia com a utilização do material por mim solicitado. Ocorre que, mesmo com uma decisão judicial determinando a realização da cirurgia, o plano de saúde não cumpriu a liminar, estando em situação de flagrância, quanto ao [alterado automaticamente pelo denuncio] de desobediência, pelo que, foi pedido a intimação do seu representante legal para cumprimento da decisão judicial, sob pena de enquadramento no [alterado automaticamente pelo denuncio] de desobediência, com a consequente [alterado automaticamente pelo denuncio] do seu representante legal.
Enquanto isso, estando com meu estado de saúde agravado, praticamente confinado a uma cadeira de rodas, procurei o plano de saúde com vistas a propor a realização da cirurgia com a utilização da prótese importada, ficando ao meu encargo o pagamento da diferença do custo entre o material por eles liberado e o material importado, por mim solicitado. Ocorre que, ainda sim, o plano de saúde permaneceu inerte a mais essa tentativa de solução da questão que ainda encontra-se pendente. Portanto, pense uma centena de vezes antes de contratar esse plano de saúde, posto que, se você não morrer por conta do mau atendimento e das recusas de coberturas, fatalmente ira morrer de raiva, por conta descaso e do desrespeito para com o consumidor.
Resposta da Empresa:
27 de junho de 2017, às 22h31min
A empresa em questão ainda não se pronunciou sobre esta denúncia.

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