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18 de julho de 2018, às 20h32min
Realizada
Manaus - AM

Nissan kicks com falha elétrica em menos de 24 horas de uso.

Resumidamente, devido ao espaço aqui disponível, Comprei meu primeiro Nissan. Escolhi o modelo Kicks SL e paguei a vista, um investimento que totalizou R$92.490,00. Retirei o veículo da concessionária (Porto Nissan em Manaus) no dia 14/05/2018 às 16:00. Mas em menos de 24 horas, no dia 15/05/2018 às 09:00, o veículo apresentou muita fumaça saindo da saída de ar próximo ao para-brisa frontal acompanhado de um forte cheiro de queimado. Depois disso, o volante parou de responder aos comandos, assim como o freio. Assim, foi inevitável a colisão. O acidente ocorreu quando eu saía de casa com minha esposa no banco do carona, enquanto tentava acessar a pista de rolamento, sem chuvas, sem veículos passando ou qualquer outro infortuito.
Após a colisão entrei em contato telefônico com a concessionária que me solicitou entrar em contato com o serviço Nissan Way Service, que rebocou o veículo até a concessionária. Depois disso fui para um hospital, pois o airbag que foi acionado queimou meu antebraço direito.
A concessionária me emprestou o carro de test drive por 2 dias, enquanto a Nissan Way Service liberava o veículo reserva.
A concessionária me exigiu que o carro permanecesse lá, pois seria necessário que engenheiros da Nissan viessem a Manaus avaliar o veículo. Solicitei por escrito, pelo SAC, que qualquer intervenção no veículo fosse realizado na minha presença e sob minha autorização, pois temia que a concessionária alterasse provas. Fiz o registro também através de um BO.
O carro da Nissan Way Service foi concedido por apenas 4 dias e, segundo eles de forma irrevogável. Desde então tenho alugado um carro para realizar minhas atividades diárias. Sendo qualquer outra possibilidade negada tanto pela concessionária quanto pelo fabricante.
Depois de semanas e nenhuma resposta da vinda do tal engenheiro fui contatado pelo serviço do SAC da Nissan informando que eles já tinham uma posição quanto à reclamação. O atendente leu um comunicado informando que, resumidamente, dizia que o veículo não possuía nenhum defeito e que funcionou como esperado, que também me foi enviado por email.
Solicitei o laudo gerado pela fábrica, também por escrito, mas nunca me enviaram o documento.
A concessionária também assumiu a mesma postura da fábrica. E me deu um orçamento de pouco mais de R$22.000,00 para reparar o veículo e que eu teria de pagar pelo menos 50% do valor das peças imediatamente. Além disso, foi-me imposto a assinatura de um documento ampliando o prazo para 90 dias, daquele estabelecido pelo Art. 49 do código de defesa do consumidor que dá o prazo de 30 dias para a solução do problema. Caso contrário, se as duas situações não fossem atendidas eles nem mesmo iriam realizar o pedido das peças.
Hoje completam 63 dias que o veículo se encontra na concessionária sem que eu possa usufruir do me bem adquirido com muito esforço e abdicação. Fui lá hoje e vi que até serraram a carroceria do veículo e depois soldaram de volta (informação confirmada pelo funcionário da concessionária) sem minha autorização. Ou seja, se sua carroceria antes era um monobloco, hoje não é mais.
A fábrica, aproveita seu distanciamento para ignorar-me completamente sem me dar acesso as informações que tenho direito. A concessionária me chamou para negociar com a seguinte proposta: 1) Devolver à concessionária o veículo Kicks que apresentou defeito; 2) A concessionária pagaria o valor de 100% da tabela FIPE (que naquele momento corresponderia a R$88.603,00); 3) Desse valor seria abatido o valor orçado pela concessionária para reparo (pouco mais de R$22.000,00); 4 ) O total restante (algo em torno de R$65.000,00) seria usado para dar de entrada em um novo veículo, idêntico ao adquirido e com o mesmo valor inicialmente negociado (R$92.490,00), sendo a diferença paga em 24 parcelas de R$1.995,00. Visto que naquele momento percebi a iniciativa da concessionária de inversão de ônus de prova e dada a explícita tentativa de tirar proveito da situação, eu não aceitei a proposta. Afinal, seriam basicamente dois veículos sendo pagos a um custo absurdamente alto e sem a minha culpa da falha apresentada, em um processo orquestrado pela concessionária completamente cheio de vícios e sem que eu nunca pudesse ter a chance de me defender. Além disso, o custo de reparo do veículo pela concessionária jamais seria equivalente ao valor orçado, visto que as peças seriam obtidas por ela a preço de custo e o orçamento de mão de obra poderia ser totalmente descartado. Mas apresentei outras 3 propostas que fiz abdicando de parte de meu investimento para me livrar desse horror psicológico que estou enfrentando. Todas foram negadas.
Neste momento me sinto bastante vulnerável com a situação e não sei o que fazer, visto que se retiro o veículo da concessionária perco a garantia total do veículo que tenho direito. E com a falha permanecendo, futuros problemas serão direcionados diretamente a mim e ao executor dos serviços de reparo.
Estou pagando pelo defeito que não tive culpa de gerar e nem mesmo foram capazes de me dizer qual foi. Nunca me informaram nada sobre a fumaça que vimos (eu e minha esposa) sair do painel seguido do cheiro de fumaça. Como se tivéssemos tendo uma alucinação coletiva.
Se não me sujeito às condições absurdas que tanto a fábrica quanto a concessionária me impuseram não consigo resolver o problema.
Estou me sentindo bastante humilhado pela concessionária e pela fábrica Nissan do Brasil.
Acredito que o problema fora causado pela instalação inadequada de um alarme anti-[alterado automaticamente pelo denuncio] pela própria concessionária que foi solicitado no ato da compra. Visto que se fosse instalado diretamente por mim eu perderia a garantia do produto.
Estou certo de que se isto ocorresse, certamente acusariam imediatamente a causa do problema ocasionada pela má instalação do alarme anti-[alterado automaticamente pelo denuncio].
Resposta da Empresa:
23 de outubro de 2018, às 04h48min
A empresa em questão ainda não se pronunciou sobre esta denúncia.

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